COMO SER DOMINICANA
Jovem, somente na dimensão do “amar e ser amado” é que podemos ser felizes. Seja no matrimônio, na vida religiosa, ou em qualquer outro estado de vida, somente o amor é que nos realiza e nos faz felizes. Uma religiosa só é feliz quando faz de sua vida uma oferta de amor, por amor e com amor a Deus e aos irmãos. A religiosa renuncia à prática sexual, mas não renuncia à sua sexualidade, afetividade e emoções. São justamente esses fatores que impulsionam a religiosa na doação de si, pois são dons recebidos de Deus e que nos tornam capazes de amar. Ao renunciar ao prazer sexual ela está fazendo uma oferta livre e amorosa de todo o seu ser a Deus. Enamorada por Deus, em Jesus Cristo, ela encontra sua realização e felicidade na união com Ele e no serviço aos irmãos e irmãs, de maneira especial aos mais necessitados. Portanto, a sexualidade, a afetividade e as emoções são plenamente integradas e santificadas por uma vida de doação amorosa na construção do Reino de Deus. Jovem, seja no casamento, seja na vida consagrada, o importante é seguir Jesus e colaborar com Ele na edificação de um mundo melhor. Por um estilo próprio de viver, o celibatário é mais livre para corresponder com as exigências do Reino, assim como Jesus.
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